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Dilema Brasileiro: Reagir ou Absorver as Tarifas de Trump?
Detesto falar de política, mas isso que está acontecendo no mundo em relação as tarifas absurdas do Trump vem chamando a atenção e pode causar ainda grande reboliço. Sem falar que os gráficos das bolsas de valores no mundo inclusive o S&P 500 estão sinalizando queda para os próximos meses podendo leva ao mundo em uma crise mundial e até mesmo a uma grande recessão, mas vamos falar de outra coisa mais importante que é o tarifaço do Trump.
No momento geral em que o mundo está cada vez mais protecionista, o Brasil se encontra diante de um impasse crucial: como responder às tarifas impostas pelo governo de Donald Trump sobre produtos como aço e alumínio? Esta decisão não é simples e carrega implicações profundas para nossa economia. E sabe qual? Continua lendo que você vai surpreender.
Tarifaço
O presidente americano Trump defende essas medidas alegando questões de segurança nacional e fortalecimento da indústria doméstica dos EUA. Para Trump, reduzir a dependência de importações e preservar empregos no setor siderúrgico são prioridades inegociáveis. Mas será a coisa certa a fazer?
Como fica nosso querido Brasil nessa história?
Se escolhermos de vez por não retaliar, as consequências podem ser sérias. Nossos produtos perderiam competitividade no mercado americano, potencialmente causando uma queda nas exportações que afetaria setores-chave da economia nacional. Além disso, ficar de braços cruzados sem fazer absolutamente nada mesmo pode passar a mensagem errada: a de que aceitamos medidas unilaterais sem resistência, abrindo precedentes para futuras ações protecionistas.
Olhando de outro ângulo diferente, retaliar também não é tão simples quanto parece. Enfrentamos limitações jurídicas significativas, já que para aplicar tarifas acima do permitido pela Organização Mundial do Comércio (OMC), precisaríamos contestar formalmente as ações americanas – um processo que poderia se arrastar por anos nos tribunais internacionais.
O pior vem mesmo ainda mais quando consideramos que uma guerra comercial prolongada seria prejudicial para ambos os países. Nos EUA, as tarifas podem elevar preços para consumidores e empresas que dependem de insumos importados. Já no Brasil, setores exportadores poderiam sofrer perdas expressivas.
Um mato sem cachorro
O que eu acho engraçado nessas situações é isso: medidas que parecem vantajosas no curto prazo frequentemente carregam riscos significativos no longo prazo. Enquanto a indústria americana pode experimentar um alívio momentâneo, os impactos negativos de retaliações e distorções econômicas podem se revelar muito mais duradouros. É um mato sem cachorro mesmo.
Fica aí um pensamento para você refletir sobre isso e uma coisa é certa: quando duas grandes economias entram em conflito comercial, raramente há vencedores absolutos. O desafio brasileiro agora é encontrar um equilíbrio que proteja nossos interesses sem desencadear uma escalada de tensões comerciais que, ao final, resultaria em prejuízos mútuos. Lamentável que isso esteja acontecendo, vamos nos proteger de alguma forma, eu vou acumular Bitcoin, acho que é o único que vale apena ter neste momento tenso no mundo.
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